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Aline & Lucas

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Aline & Lucas

Nossa história

Como é bom recordar! Conheça os detalhes da nossa caminhada até o nosso casamento.

Versão (sucinta) da Noiva:

Nos conhecemos (só de vista) no Pré-vestibular há cerca de 10 anos, e apesar de termos vários amigos em comum nunca trocamos uma única palavra sequer. Ocasionalmente complementávamos comentários um do outro nas aulas de literatura do Grijó, e só. Porém, quem mora em Jardim da Penha sempre acaba se esbarrando no Carone, e por mais de uma vez tentei puxar assunto com o Lucas, e ele sempre me ignorava completamente.

O tempo passa (não sei dizer quanto tempo) e como em Vitória existem 3 pessoas: eu, você e um amigo nosso, eis que Lucas acaba ficando amigo do meu irmão Iloni (culpa do Netto/Mauro) e entra para o mesmo grupo de amigos, e me aparece na casa dos meus pais em São Gabriel da Palha para uma festa. E não é que o danado me reconheceu em um dos retratos.

Meu irmão cupido não perdeu tempo...muito interessado em me arranjar um “bom partido”, me mostrou uma foto do Lucas e ficou curioso em confirmar se de fato já nos conhecíamos, porém, eu não o reconheci na foto (alguns vários quilos a mais, um chapéu mexicano gigante e a falta de iluminação não colaboraram). De fato só fui reconhecer o Lucas quando enfim nos encontramos, o que demorou alguns meses, pois eu costumava só passar rapidamente onde a “tchurma” se reunia e nunca coincidia dele estar lá, ele sempre chegava depois de eu ter saído.

Logo na primeira vez que nos reencontramos Lucas resolveu ir ao Forró Pé de Serra que eu frequentava, claro, só coincidência. Assim também como coincidentemente passamos a nos esbarrar no calçadão (eu correndo, e ele de bike). Só posteriormente descobri que ele dava vaaaárias voltas até nos encontrarmos, por acaso, claro! Conversávamos durante essas corridas e aos poucos fomos nos conhecendo...Começamos a sair juntos em janeiro de 2012, continuamos até hoje, rsrs!

 

Versão do Noivo:

Toda história tem um início. Porém, no nosso caso teve muitos inícios. Pode-se dizer que tudo começou no Pré-vestibular, 2007, nos conhecemos ali. Na época estávamos os dois comprometidos e tudo não passou de uma amizade. Passam-se os anos, uns 4 pra ser mais exato, e nesse meio tempo nos esbarramos apenas um par de vezes na fila do supermercado. Nesses encontros, eu já solteiro, fiquei impressionado pela beleza e simpatia dela. Mas quem disse que ela me dava atenção?

Mas o destino vive nos pregando peças…

Por ironia dos astros que regem nossas vidas, logo nos primeiros meses de 2011, graças as apresentações feitas pelo Mauro (que virou nosso padrinho de casamento), eu conheci um animado grupo de amigos. Dentre esses, estava o Iloni, futuro cunhado, compadre, padrinho e grande amigo. Durante esse início de amizade foram muitas saídas, jantares e almoços. Nessa época, eu nem imaginava os laços fraternos do meu futuro cunhado. Para se ter uma ideia das peças que o destino nos prega, em Junho de 2011 o Iloni convida este amado grupo de amigos a uma Festa Junina em São Gabriel da Palha. Nessa viagem, eu fiquei hospedado na casa dos meus futuros sogros. Assim eu conheci toda a família da Aline, menos ela! Na última hora a Aline resolveu não ir na festa junina. No entanto, no meio das fotos que enfeitavam a casa em que eu estava eu reconheci ela. Até cheguei a comentar a respeito dela com o Iloni, mas tudo ficou por isso mesmo.

Entre encontros e desencontros, a vida me reservou você…

Como dito antes, no início de 2011 comecei a sair com este caro grupo de amigos. Em nenhuma dessas saídas eu tive a sorte de encontrar ela. Nossos horários não batiam. Eu fazia faculdade a noite e quando chegava ela já tinha partido. Porém todos os amigos do Iloni comentavam da Aline e de suas qualidades, porém eu só tinha na memória aquela Aline do pré-vestibular. Só em outubro de 2011, na despedida do Iloni, que se mudava de mala e cuia pra junto da linha do equador, que fomos nos encontrar novamente. Depois de tantos meses saindo com este grupo é que fomos nos encontrar. Aí meu amigo leitor, foi paixão arrebatadora de primeira, ou segunda vista. Eu não conseguia, por mais que tentasse, tirar os olhos dela. E o pior? Ela reparou…

Não me abandone ainda, caro leitor e confidente, pois agora que a história fica interessante... 

Naquela despedida eu fiz de tudo pra chamar a atenção dela. Mas ela nem deu bola. Foi dali direto para o forró pé-de-serra com uns colegas e nem me deu atenção. Quem me conhece sabe que eu sou persistente nos meus objetivos. Eu já gostava desse forrózinho de Itaúnas e fui, "coincidentemente", no mesmo forró. A partir daí passei a ir no forró com mais frequência e no mesmo lugar. Então, ela até me dava alguma atenção, mas todas as aberturas que eu tive, ela me respondia com um educado "não". Depois de algumas tantas tentativas frustradas, já estava desistindo. 

Quem corre atrás sempre alcança…

Naquela época eu estava tentando, como tento até hoje, perder alguns (muitos) quilos. Então ocasionalmente passei a correr no calçadão de Camburi. Certo dia, graças ao período de férias da faculdade eu passei a ir de tarde. Quem eu encontro correndo naquele mesmo calçadão? Exatamente! A minha futura esposa. Tentei fazer um charme e falar para corrermos juntos mas ela, espírito livre que é, disse que não tinha horário e muito menos gostava de correr na companhia de outros. (Sim leitor, também levei esse comentário como um "delicado" corte.) Mas o estranho que quando ela me via, sorria, brincava e ainda fazia questão de correr comigo. 

Sou brasileiro e não desisto nunca…

Essa atenção, talvez por educação, talvez por simpatia, acendeu uma fagulha de esperança.  Foi lá que eu consegui chamar atenção dela. Não, não foi com minhas belas curvas de barril que brilhavam sob o sol. Tampouco com meu charme encantador, igual ao de um babuíno. Talvez com meu precios senso de humor? Jamais saberemos. 

Como ela não tinha horário exato, só sabia que corria no final da tarde, tive que adotar uma nova estratégia para "coincidir" com os horários dela. Passei a ir de bicicleta, pois conseguiria "patrulhar" toda a Praia de Camburi em menos tempo. Era uma bicicleta vermelha, caindo aos pedaços mas que dava conta do recado. Assim, eu tinha que dar, em média, 3 voltas completas na Praia de Camburi para ter a "sorte" de encontrar ela. 

Aos poucos, consegui cativar essa mulher tão maravilhosa e ela finalmente me deu uma chance. Foi tudo que eu precisava.

As surpresas que a vida nos guarda...

Em janeiro de 2012 tivemos nosso primeiro encontro e desde então ficamos juntos. Até aquele mês de janeiro, apesar da minha insistência toda, eu nem fazia ideia que o nosso romance daria tão certo. Porém, logo nas primeiras semanas ela foi me cativando, com seu jeito doce, cheio de vida e carinhoso. Ela me conquistou nos pequenos gestos, nas palavras não ditas, na genialidade e na luz que vem da personalidade forte dela. Aline não é para principiantes, logo percebi isso. Não há meias palavras e nem meio termo, seu pensamento é firme, definido e fixo. Porém nada disso era novo para mim, sentia como se já a conhecesse há anos. 

Ah o Carnaval… Ou seria CarnaNetto? Quando chegou o carnaval, já tínhamos completado um mês de saídas. Fiquei tão mesmerizado por ela que já no final da noite, conversando a sós com o Iloni sobre o meu encantamento por ela, lembro perfeitamente de ter dito a seguinte frase:

– Iloni, se todas as minhas suposições a respeito dela se confirmarem, eu vou casar com ela.

Nessa hora meu futuro cunhado olha no fundo dos meus olhos e diz:

– Ótimo. É melhor tratar bem e não aceito devoluções.  

Desde então, nessa arte do encontro que é a vida, embora haja tanto desencontro, que estamos juntos.